Próxima edição da Copa do mundo celebrará centenário em três continentes
Competição será realizada em seis países e poderá ter mudanças no número de seleções participantes
No dia 19 de julho, chegou ao fim a 23ª edição da Copa do Mundo, que foi realizada no Canadá, Estados Unidos e México, levando o resultado vitorioso em uma diputa em que a Espanha se consagrou como Bi-campeã.
Com o fim das festividades, a FIFA se organiza para um novo ciclo completamente diferente. A próxima Copa do Mundo completará 100 anos em 2030 e, com isso, os jogos serão realizados em seis nações de três continentes diferentes.
A edição de 2030 terá uma divisão inédita: Uruguai, Argentina e Paraguai receberão partidas em homenagem ao centenário da competição, enquanto Espanha, Marrocos e Portugal serão os principais países-sede do torneio.
Do início ao centenário
Em 1930, o Uruguai foi o 1º país-sede onde a Copa do Mundo foi realizada e, em comemoração ao centenário, o mesmo se repetirá daqui a quatro anos, junto da Argentina e Paraguai, onde irão ocorrer os três primeiros jogos. Já Espanha, Marrocos e Portugal vão sediar os jogos seguintes. A decisão da escolha dos países para sediar as competições foi definida após a candidatura conjunta para a Copa de 2030.
Mais oportunidades para as seleções
No ano passado, a Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) propôs que 64 seleções participassem, em vez de 48, afirmando que mais países precisam disputar a Copa. A ideia é que cada país da América do Sul receba um grupo, ao contrário do plano atual com 48 equipes. Se a ideia for aprovada, 18 jogos seriam realizados na região.
A proposta da CONMEBOL também poderia aumentar o número de partidas do torneio e gerar mais receitas para a FIFA por meio de direitos de transmissão, ingressos e patrocínios.
Por enquanto, apenas a CONMEBOL demonstrou apoio à ideia. As outras confederações (como UEFA, AFC e CAF, entre outras) não se manifestaram favoravelmente, pelo menos em público. Gianni Infantino disse apenas que a proposta será estudada.
A FIFA esclareceu que isso não significa que ela apoia a ideia, explicando que a proposta foi apresentada por um membro do conselho da FIFA, e, como proposta feita por um conselheiro, ela tem a obrigação de analisá-la antes de decidir se será aceita ou rejeitada. Ou seja, a ampliação para 64 seleções ainda não foi aprovada.
A decisão final da FIFA ainda não tem data definida, mas a proposta pode mudar o formato da Copa do Mundo justamente na edição que celebrará seus 100 anos.
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